A eleição para prefeito do Recife está indefinida de acordo com a quinta rodada de pesquisa do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN). O levantamento, feito em parceria com o Jornal do Commercio e o portal Leia Já, aponta o prefeito e candidato à reeleição Geraldo Julio (PSB) com 49,2% dos votos válidos, gerados a partir dos valores de intenção de voto de cada candidato na pergunta estimulada e desconsiderando-se os votos brancos, nulos e indecisos. João Paulo (PT) aparece com 29,9%, Daniel Coelho (PSDB) com 16,6%, Priscila Krause (DEM) com 2,8%, Edilson Silva (PSOL) com 1,1%, Pantaleão (PCO) com 0,3%, Carlos Augusto Costa (PV) com 0,2% e Simone Fontana (PSTU) com (0%). A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
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Geraldo cresceu de 43% (25 de setembro) para 47% (29 de setembro) e agora aparece mais perto de vencer no primeiro turno. Para consolidar esse cenário, ele precisa de 50% dos votos válidos mais um. “Estatisticamente, não podemos afirmar que o prefeito ganhou e será reeleito no primeiro turno. Mas há uma tendência. A possibilidade de vitória no primeiro turno está consolidada”, indica Adriano Oliveira, professor de Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e coordenador do levantamento divulgado hoje pelo Jornal do Commercio.
Enquanto Geraldo Julio cresceu, João Paulo e Daniel Coelho caíram. Ainda em relação aos votos válidos, o petista passou de de 33% para 31% e agora está abaixo da casa dos 30%. Já o tucano passou de 16% para 18% e agora regrediu para 16,6%. O crescimento do prefeito frente aos rivais também é visto na pesquisa estimulada Depois de aparecer com 25,3% das intenções de voto na pesquisa IPMN/JC de 29 de agosto, o socialista esteve com 34,2%, 33, 38% e agora tem 39%. João Paulo tinha 27,7% passou para 24,8%, 25%, 25% e caiu para 23,7%. Daniel Coelho tinha 5,9%, foi a 10,4%, aumentou para 12%, subiu para 14% e decresceu para 13,1%. “O movimento coincidente do acréscimo de Geraldo com o decréscimo de João Paulo e Daniel é outro indicativo do favoritismo do prefeito”, afirma Adriano Oliveira.

