Opinião: Ângelo Ferreira – O Arquiteto da Modernização de Sertânia

Por: Marcos Rodrigues

Falar da trajetória de Ângelo Ferreira é contar a história de como Sertânia deixou de ser apenas uma cidade de passagem para se tornar um polo de desenvolvimento no Sertão do Moxotó. Desde sua primeira vitória nas urnas em 1996, Ângelo imprimiu um estilo de gestão que unia o conhecimento técnico do médico veterinário à visão estratégica do homem público.

Suas quatro gestões como prefeito (1997-2004 e 2017-2024) formam o alicerce da Sertânia moderna:

O Início do Ciclo (1997–2004): Ângelo assumiu o desafio de reorganizar a casa. Foram anos de arrumação administrativa e foco na infraestrutura básica, provando que era possível governar com seriedade e atrair os primeiros grandes investimentos para o município.

O Retorno e a Maturidade (2017–2024): Após brilhar como Deputado Estadual (eleito em 2006) e Secretário de Agricultura de Pernambuco, Ângelo voltou à prefeitura com uma bagagem política inigualável. Foi neste período que Sertânia deu seu maior salto.

Desenvolvimento Econômico e Regional: Sob sua liderança, a cidade viveu um “boom” de crescimento. Ângelo fortaleceu o comércio local e modernizou a feira livre, transformando Sertânia.

O Legado do Conhecimento: Talvez sua maior marca histórica tenha sido a interiorização do ensino superior. A chegada da UPE e o marco da Universidade Federal (UFPE) em solo sertaniense são troféus de sua articulação política. Ele entendeu que o verdadeiro desenvolvimento econômico só é pleno quando o filho do trabalhador tem acesso ao diploma federal sem precisar sair de casa.

De 1996 a 2024, Ângelo Ferreira não apenas administrou; ele projetou o futuro. Ele provou que, com ética, parcerias sólidas e amor às raízes, o Sertão pode ser terra de oportunidades e prosperidade.

Obrigado, Ângelo, por fazer de Sertânia o orgulho de todos nós!