Foi realizada na manhã desta quinta-feira (14), uma sessão na Câmara de Vereadores de Sertânia para tratar da situação financeira do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Sertânia – IPSESE. A sessão teve a participação de muitas pessoas que se exaltaram em alguns momentos, deixando o clima um pouco tenso.
A presidente do IPSESE, Maria Aparecida compareceu ao local acompanhada de consultores, um deles foi acionado duas vezes para responder a questionamentos feitos pelos parlamentares.
De forma tranquila e serena, Aparecida prestou diversos esclarecimentos, entre eles, o de que a prefeitura de Sertânia e o Fundo Municipal de Saúde devem mais de 1 milhão de 200 mil reais de repasses de contribuição patronal. Ela também confirmou que, além deste débito, a prefeitura devia quase 650 mil reais que eram recolhidos dos servidores e que não estavam sendo repassados, mas que o valor devido havia sido pago, não informado quando ocorreu o pagamento. Aparecida disse que toma medidas em relação à cobrança das dívidas, e ressaltou que era obrigação dos devedores o repasse da contribuição dos servidores e a da contribuição patronal.
As afirmações da convocada confirmaram a grave situação financeira do IPSESE denunciada pelos vereadores da oposição de que o rombo nas contas do instituto previdenciário de Sertânia estava em torno de dois milhões de reais conforme prestação de contas referente ao ano de 2015.
Em relação as gestões anteriores, foi confirmado por Aparecida que não foi deixado qualquer débito com o IPSESE, desqualificando o discurso dos vereadores aliados do prefeito Guga Lins que insistem em afirmar que os governos anteriores são responsáveis pelo situação que passa o Instituto.
Também foi tema de questionamentos e defendido em forma de apelação, nas palavras da própria Maria Aparecida, o projeto do prefeito que pede autorização para parcelar em 60 meses o valor que deve ao IPSESE. Segundo informações repassadas aos vereadores, o parcelamento será a única alternativa para sanar a dívida que só seria quitada daqui a 05 anos, ou seja, em 2021. Como o prefeito tem maioria na Câmara, o projeto deverá ser aprovado.
Nem todas as perguntas obtiveram respostas. Aparecida não deixou claro porque os aposentados tiveram o décimo terceiro parcelado, e porque recebem os vencimentos com atraso mesmo com a afirmação, dada por ela através de ofício, que as contas do IPSESE estão equilibradas.
Agora é esperar o próximo capítulo da novela que se arrasta há meses e não previsão de acabar.

Ela é conivente com a situação atual do IPSESE e por isso diz que as contas estão equilibradas, se fosse outra, logo no começo da desorganização do prefeito perante a instituição teria denunciado logo para não chegar a tais instâncias… Senhores vereadores, sejam amigos DO POVO, lembrem-se que quem os colocou lá foram eles e deixem de ser pau mandado do prefeito, ainda mais quando o mesmo só erra, só afunda o município… Vocês conseguem ser pior que ele, aprovando projetos com esse teor! Dinheiro ele tem, o que falta na verdade é organização, competência e vontade de fazer o certo. Estamos de olho!!!
Ela é conivente com a situação atual do IPSESE e por isso ela diz que as contas estão equilibradas, se fosse outra, logo no começo da desorganização do prefeito perante a instituição, ela teria denunciado logo para não chegar a tais instâncias e senhores vereadores, sejam amigos DO POVO, lembrem-se que quem os colocou lá foram eles e deixem de ser pai mandado do prefeito, ainda mais quando o mesmo só erra, só afunda o município… Vocês conseguem ser pior que ele, aprovando projetos com esse teor! Dinheiro ele tem, o que falta na verdade é organização, competência e vontade de fazer o certo. Estamos de olho!!!