Sertaniense na Bienal do Livro de São Paulo

Marcelino Freire, que mora em São Paulo, é um dos que tem a presença garantida na Bienal do Livro de São Paulo / Virgínia Ramos/Divulgação
Marcelino Freire, sertaniense que mora em São Paulo, é um dos que tem a presença garantida na Bienal do Livro de São Paulo / Virgínia Ramos/Divulgação

No evento de maior público do mercado editorial nacional, um espaço vai se debruçar apenas sobre a produção literária e cultura pernambucana. O projeto Pernambuco Continente Imaginário, comandado pela Bienal do Livro de Pernambuco, vai levar para a Bienal do Livro de São Paulo – a maior do País – debates, mesas e atividades com escritores do Estado. Com um amplo um estande na feira paulista, o espaço receberá autores como sertaniense Marcelino Freire, elam de outros pernambucanos como, Ronaldo Correia de Brito, Samarone Lima e Adrienne Myrtes, entre outros.

O projeto é realizado pela Cia de Eventos e pela Editora Cubzac. “A nossa percepção, para citar Silvio Meira, é que o futuro chegou, mas está mal distribuído. O mercado editorial está desde a época da côrte muito concentrado no Sudeste”, comenta o diretor da Cia de Eventos, Rogério Robalinho. Ao mesmo tempo, lembra Deborah Echeverria, editora da Cubzac, Pernambuco vive um momento fértil na sua produção literária e cultural.

O Pernambuco Continente Imaginário nasceu dessa vontade de fortalecer o protagonismo da literatura do Estado em um palco nacional. “Essa é a função de uma produtora como a nossa, ser uma escada para o conteúdo produzido pelas pessoas”, define Robalinho. A ideia é convidar, no período de funcionamento da Bienal, de 26 de agosto a 4 de setembro, escritores e fazer parceria com eles, numa programação versátil.

Durante os dez dias da Bienal do Livro de São Paulo, o estande vai também vender os livros dos autores do cenário pernambucano.

Do JCOnline

Deixe um comentário