O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) reagiu, nesta quarta-feira (26), à reportagem exibida pelo Jornal da Record sobre uma suposta rede de perfis utilizada para promover ataques contra adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD).
Em vídeo publicado nas redes sociais, João afirmou que denuncia há mais de um ano a existência do que chama de “gabinete do ódio”. Segundo ele, além de atingir sua atuação política, os conteúdos também teriam como alvo aliados e familiares, com publicações que classificou como caluniosas e difamatórias.
O candidato disse que a reportagem reforça as denúncias que vem fazendo e destacou o depoimento de Amizaday Andrade da Silva, servidor da Caixa Econômica Federal cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco. Na gravação exibida pela Record, ele fala sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.
“Não vale tudo na política ou numa eleição. Nossos advogados vão tomar todas as medidas necessárias”, afirmou João Campos.
O socialista também classificou a suposta estrutura como uma “milícia digital”. Apesar das acusações, afirmou que pretende manter o foco da campanha em temas como saúde, infraestrutura, creches, geração de empregos e atração de indústrias.